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Mata de São João: uma tarde foi suficiente para eu querer voltar

Tem lugares que entram no roteiro meses antes da viagem.

Outros aparecem quase como uma “parada no caminho”. A gente pensa que vai passar algumas horas por lá, conhecer um ou outro ponto turístico e seguir viagem.

Foi exatamente assim que Mata de São João, na Bahia, entrou no nosso roteiro.

A ideia era passar apenas uma tarde por lá. Nada muito elaborado. Caminhar pela vila, conhecer alguns lugares que despertavam a nossa curiosidade e aproveitar o restante do dia.

Mas sabe quando um destino surpreende?

Benzadeus… foi exatamente o que aconteceu.

Poucas horas foram suficientes para eu sair de lá pensando: “Eu preciso voltar com mais tempo.”

E, alguns dias depois da viagem, descobri que não fui a única a enxergar esse potencial. Mata de São João acaba de ganhar destaque nacional por um motivo que faz todo sentido, mas já chego nessa parte.

Às vezes, o melhor da viagem é desacelerar

Logo que chegamos, fizemos o que eu mais gosto de fazer quando conheço um lugar novo: caminhar sem pressa.

Sem roteiro engessado.

Sem olhar o relógio.

Só observando.

A vila é extremamente charmosa. A rua principal é cheia de lojinhas, restaurantes, cafés e aquele movimento gostoso de cidade turística que convida você a andar mais um pouquinho antes de ir embora.

Sabe aquele lugar em que você fala “vou só dar uma voltinha” e, quando percebe, já passou um tempão caminhando?

Foi exatamente essa sensação.

E eu confesso: poderia facilmente passar o restante do dia conhecendo cada cantinho dali.

O cenário que me fez parar por alguns minutos

Continuando o passeio, fomos até a Igreja de São Francisco de Assis, um dos cartões-postais da Praia do Forte.

Ela é linda.

Mas, para ser sincera, o que roubou minha atenção foi o cenário logo em frente.

Quando chegamos, demos de cara com vários barquinhos ancorados no mar.

E eu preciso confessar uma coisa…

Sou completamente apaixonada por esse tipo de paisagem.

Não sei explicar o motivo, mas existe uma paz enorme em observar aqueles barcos balançando devagar sobre a água.

Fiquei alguns minutos só admirando a vista.

Sem pressa.

Sem pensar na próxima parada.

Só aproveitando aquele momento.

E, para mim, viajar também é isso.

Um passeio que encantou a Clarinha

Depois seguimos para o Projeto Tamar, que, sem dúvida, foi um dos pontos altos da nossa tarde.

Se você estiver viajando com crianças, eu diria que esse passeio é praticamente obrigatório.

Além de aprender sobre o trabalho de conservação das tartarugas marinhas, o espaço é muito bem cuidado e consegue envolver adultos e crianças na mesma proporção.

Mas quem realmente aproveitou foi a Clarinha.

Ela ficou encantada.

A cada tanque, uma nova descoberta.

Foi tão gostoso acompanhar a reação dela que gravei um vídeo desse momento. Tenho certeza de que, quando ela crescer, vai adorar rever essas imagens.

👉 Se você também ama acompanhar as nossas viagens, vale a pena assistir esse vídeo.

Um pôr do sol para fechar a tarde

Antes de irmos embora, ainda passamos pelo Parque Municipal Klaus Peters.

A ideia inicial era conhecer melhor o espaço, mas acabamos fazendo algo ainda mais simples.

Ficamos por ali esperando o pôr do sol.

E foi a melhor escolha.

Às vezes, a gente se preocupa tanto em “fazer tudo” durante uma viagem que esquece de simplesmente parar e aproveitar o momento.

Foi exatamente isso que fizemos.

Sem trilha.

Sem pressa.

Só contemplando o fim da tarde.

Depois da viagem, veio uma descoberta

Alguns dias depois que voltamos, me deparei com uma notícia que chamou minha atenção.

A revista VEJA Negócios publicou um ranking em que Mata de São João foi reconhecida como a cidade de pequeno porte mais bem colocada do Nordeste, levando em consideração indicadores como turismo, gestão pública, desenvolvimento econômico e qualidade de vida.

A reportagem também destaca que o turismo responde por cerca de 58% da economia do município, impulsionado por destinos como Praia do Forte e Costa do Sauípe. Esse desenvolvimento vem acompanhado de investimentos em infraestrutura e serviços, o que ajuda a explicar a boa experiência de quem visita a cidade.

Benzadeus… confesso que sorri quando li.

Porque aquela notícia deu nome a uma sensação que eu já tinha tido durante a viagem.

É claro que uma tarde não é suficiente para conhecer uma cidade inteira.

Mas foi suficiente para perceber o cuidado com os espaços, a organização da vila e a forma como o turismo faz parte da identidade do lugar.

E isso faz diferença.

Vale a pena incluir Mata de São João no roteiro?

Na minha opinião, sim.

Mesmo que seja apenas por algumas horas.

Se você estiver viajando pelo litoral baiano, vale a pena reservar uma tarde para conhecer um pouco da região. Caminhe pela vila, visite o Projeto Tamar, admire os barquinhos em frente à Igreja de São Francisco de Assis e aproveite o clima tranquilo que faz a gente esquecer da correria do dia a dia.

No nosso caso, fizemos esse passeio saindo de Salvador com a REB Receptivos, o que tornou tudo muito mais prático e confortável. Foi uma ótima opção para quem não está de carro ou prefere fazer um bate-volta com tranquilidade, sem se preocupar com o trajeto.

É claro que uma tarde não é suficiente para conhecer tudo o que Mata de São João tem a oferecer. Mas foi tempo suficiente para despertar aquela vontade de voltar com mais calma e explorar ainda mais esse pedacinho da Bahia.

E, sinceramente?

Saí de lá pensando exatamente isso:

“Benzadeus… ainda preciso voltar.”

👉 Conheça os passeios oferecidos pela REB Receptivos.

Benzadica

Se você também gosta de descobrir destinos com calma, continue acompanhando o blog. Aos poucos vou compartilhar mais experiências da nossa viagem pela Bahia, com dicas sinceras para quem viaja em família, gosta de explorar novos lugares e acredita que as melhores lembranças nem sempre estão nos roteiros mais famosos.

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